Quinze lições de liderança que se aprendem na prática

Liderança é um dos fatores decisivos para o sucesso de qualquer empresa e, ainda assim, apenas uma fração dos CEOs avalia a qualidade da liderança em suas organizações como muito boa ou excelente. O dado é preocupante porque a liderança influencia diretamente a performance de quem executa. A boa notícia é que ela se desenvolve, e quase sempre na prática, não na teoria.
A maior lição talvez seja contraintuitiva: liderar bem não é ter todas as respostas. É fazer as perguntas certas. A seguir, quinze princípios que se consolidam na experiência.
Seja autêntico, o time segue por quem você é, não por quem você tenta ser; fingir custa credibilidade.
Comunique com clareza, porque quem não comunica não lidera.
Inspire: o time precisa comprar o propósito tanto quanto você.
Conheça bem as pessoas e instale critério meritocrático, priorizando desenvolvimento, trabalho duro e resultado.
Seja resiliente o desafio do líder é fazer, nos dias ruins, o que faria nos bons.
Tenha humildade, libertando-se do ego.
Demonstre empatia, porque lealdade nasce de abertura ao diálogo.
Tenha capacidade de execução, iniciar importa, mas terminar o ciclo importa mais.
Planeje com método, lembrando que primeiro se escolhe quem entra no time e só depois o destino.
Estabeleça expectativas claras, com indicadores apropriados ao estágio do negócio.
Faça do trabalho em equipe prioridade, com cada um sabendo seu papel.
Seja ético acima de tudo, o que orienta decisão e engajamento.
Mantenha-se calmo, mas ágil, confortável com o risco que o empreender exige.
Adapte-se em tempos difíceis, em vez de se desesperar, bons líderes performam melhor sob pressão.
E esteja sempre entrevistando, porque garantir bons talentos é hábito, não evento.
A lição que resume todas
O papel mais difícil de um bom líder é tornar-se dispensável. O time precisará de você, mas precisa também tomar as próprias decisões. Se os colaboradores se tornam dependentes da liderança para realizar o que precisa ser feito, o líder fracassou, não por incompetência, mas por ter centralizado o que deveria ter desenvolvido.
Liderança, nesse sentido, é o oposto da heroicidade individual. É construir gente capaz de seguir sem você no centro de cada decisão.
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